Foi encontrada a saída para tentar minimizar os estragos que os vilões da política trazem à população. Ao virarem personagens de quadrinhos, os candidatos ganham ares de mocinhos, com suas carinhas simpáticas, sempre com boas intenções e tentando disseminar o bem pela comunidade.
Mas esse roteiro virou clichê. Todo mundo sabe que, no final, há uma manjada reviravolta e todos se revelam vilões — principalmente o “personagem” que ganhar as eleições, porque é ele quem vai subjugar os cidadãos pelos próximos 4 anos.
Só não sabemos ainda que tipo de monstro eles virarão. Na campanha de 2008, por exemplo, quem estava lá era o Kassabinho, mas quem governou depois foi o Kuato, omonstrengo que saiu da barriga do atual prefeito.
Do Blog do Magno






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