Por Magno Martins
Telefonia, combustível e prestadores de serviços são exemplos de despesas que entram na mira do projeto e que, de acordo com o secretário estadual da Fazenda, Paulo Câmara, podem ser otimizados. “É importante que sobrem recursos para que a gente possa manter a nossa meta de investimento”, justificou Câmara, afirmando que a meta de R$ 3,5 bilhões será alcançada.
O governador explicou que é um grande desafio para o Estado encontrar um custo mínimo que não prejudique a operação dos serviços. “Temos que fazer Pernambuco gastar bem e, ao mesmo tempo, oferecer um serviço público de qualidade”, completou Eduardo, durante o encerramento do seminário.
Além da Secretaria da Fazenda e da Controladoria Geral do Estado, o Projeto de Racionalização de Despesas Correntes foi elaborado pela Secretaria de Administração e pela Procuradoria Geral do Estado.
Do Blog do Magno






0 Comentários