Mais um fato polêmico envolvendo "forma de tratamento" na educação de Agrestina vem à tona através de uma carta de um ex-professor lamentando o fato ocorrido com o mesmo após visitar a Escola Municipal Vereador João Lourenço, situada na vila de Pé de Serra, zona rural do município.
Na carta, o professor relata que já ensinou naquela instituição e que foi visitar seus ex-alunos e entregar lembranças da Páscoa, embora tenha recebido as boas vindas e o carinho dos ex-alunos e alguns professores, foi surpreendido pelo marido da diretora, sendo informado que não poderia está ali atrapalhando as aulas e foi pego pelo braço no intuito de encaminhá-lo à saída da escola.
Na carta, o professor relata a maneira em que uma das professoras chamou os alunos para a sala de aula. "Fiquei abismado com a forma educacional que a atual professora... solicitou o retorno no recipiente escolar. Pedindo esse feito aos berros", diz o professor em um trecho da carta que vocês poderão conferi-la na integra à seguir:
No dia 04 de abril de 2013, na zona rural de Agrestina, mais precisamente na Escola Municipal Vereador João Lourenço em Pé de Serra dos Mendes, aconteceu tal fato: Eu como visitante fui indevidamente expulso do local mencionado pelo marido da atual diretora.
Inicialmente o fato aconteceu: Cheguei na instituição de ensino às 10:00 hrs da manhã na intenção de rever meus e rever também os colegas efetivos que ali conquistei. Fui surpreendido com o carinho apresentado por quase todos ali presente.
Fiquei abismado com a forma educacional que a atual professora contratada, mas conhecida como Janaína, filha de Dona Neide, apresentou ao solicitar o retorno dos alunos do recipiente escolar, pedido esse feito aos berros, as crianças ficaram acuadas e atendendo o pedido feito, muito deles falaram que elas não ensinam como era anteriormente. Fiquei pensativo como as coisas tinham mudado, não pelo fato do tratamento observado por mim, mas pela forma desumana de tratar seres que não sabem se defender.
Abracei aqueles alunos que mais perto se encontravam e pedi para eles voltarem a sala de aula. Nesse momento pedi licença a cozinheira e me direcionei a sala onde fui professor. Pedi licença novamente e perguntei se poderia entregar uma lembrança sobre a Páscoa, ela respondeu que sim, entreguei um a um, terminei e saí, me direcionei a outra sala, pedi licença novamente e perguntei se também poderia entregar uma lembrancinha aos alunos, ela também disse que sim, entreguei, terminei e saí.
Quando saí da sala, fui surpreendido por esse senhor, então, o esposo da atual diretora, ele me chamou e falou assim: "O senhor não pode entrar na escola e tentar atrapalhar a aula das professora."
Eu apenas falei "Imensas desculpas, mas não vim atrapalhar a aula de seu ninguém, apenas vim rever meus ex-alunos e deixar para cada um, uma
Ele não convencido com o que disse, pegou no meu braço querendo me intimidar, forçando minha saída, apenas distorci o meu braço do dele e disse que o caminho da saída, conheço muito bem, disse que ele não se preocupasse, pois já estava de saída. Saí e mostrei min ha educação como visitante. Incrível fopi a reação dos pais ao saberem desse fato ocorrido dentro do local escolar, onde o próprio ex-professor foi expulso por capricho ou má comunicação por alguns ali presentes.
Fiquei envergonhado pela atitude a mim demostrada, mas saí de cabeça erguida, com o pensamento dizendo que "Realmente educação não é para
A carta foi entregue ao vereador líder da oposição Ivan Bulhões, para que fosse levado à público (mais uma vez) a forma de tratamento por alguns funcionários em escolas de Agrestina.Atenciosamente: Ex-professor da Escola Municipal Vereador João Lourenço em Pé de Serra dos Mendes, Jailson Ferreira Barbosa
Por Adriano Monteiro







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