Acusado e vítimas viviam na mesma casa, na Ilha de Itamaracá
A denúncia que levou ao nome do agricultor partiu do irmão dele, quando soube o que vinha acontecendo e procurou a polícia. Desde então uma investigação foi aberta e os policiais montaram campana em frente à residência do acusado, conseguindo prendê-lo hoje.
De acordo com o delegado Vicktor Melo, o agricultor ameaçava as crianças com um facão e as obrigava a realizarem suas vontades. “Em sua residência, de acordo com os relatos de alguns testemunhas, ele (agricultor) obrigava que as filhas desfilassem de lingerie. A noite ele costumava acordar e andar nu pela casa e se masturbar na frente das meninas", detalhou.
Um exame sexológico provou que o acusado realmente teve relações sexuais com as filhas. As garotas foram retiradas do sítio onde moravam e o delegado já solicitou à Justiça a guarda provisória para os tios.
O acusado negou as acusações e foi encaminhado para o Centro de Triagem Professor Everardo Luna (Cotel). Se condenado por estupro de vulnerável com o agravante por que as vítimas são duas filhas, ele pode pegar de oito a 15 anos de prisão.
Da Folha







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