As “drilhas” são bloco juninos que anualmente trazem atrações de alto custo e celebridades para os camarotes, o que encarece o investimento, que é 100% privado. “Prestamos apoio com a logística a essas organizações, tanto antes quanto nos dias de desfile. Mas, diante dessa dificuldade que eles trouxeram para nós, vamos elaborar um novo formato, buscando ofertar uma festa bonita dentro de um equilíbrio econômico. No entanto, não vamos interferir no processo de busca de financiamento”, enfatizou o presidente da Fundação de Cultura e Turismo, José Pereira.
Turistas e jovens são o público-alvo das “drilhas“, que chegam a reunir mais de três mil pessoas, cada uma, dentro do cordão de isolamento, sem contar a multidão que segue os blocos. Ao todo são dez “drilhas”, contudo, no ano passado, apenas quatro desfilaram. “As famílias lotam a avenida para verem as drilhas desfilarem, é uma marca do nosso São João, e não pode acabar,” salientou a comerciante, Ana Maura Barros, de 46 anos. Mesmo em meio ao impasse, três “drilhas” já definiram suas datas de apresentação. A Novadrilha, no dia 3 de junho, a Diversãodrilha, no dia 17, e a Sapadrilha no dia 24.
Da Folha







0 Comentários