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Dilma quer "colar" sua imagem à popularidade do Papa Francisco


Nem o Vaticano escapou das "segundas intensões", visíveis no discurso da presidente Dilma, na chegada do Papa ao Brasil, ao descrever a política social e a possibilidade de desenvolver uma política internacional baseada no combate à pobreza.

O governo federal estaria formulando uma proposta de aliança entre o Brasil e o Vaticano. A Santa Sé, confirmou que durante um encontro com o Papa, a presidente Dilma Rousseff, não perdeu a chance de levantar a hipótese. No entanto, o Porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, garantiu que não há nada concreto quanto a aliança, mesmo admitindo que o pontífice "apreciou" o tom do discurso e de existir "pontos de sintonia", nas palavras proferidas pela presidente.

No bastidores, a Santa Sé insiste que não quer ser usada politicamente no Brasil. Também pudera, levando em conta os últimos acontecimentos e o momento delicado em que enfrenta a petista.

Pessoas próximas ao papa garantiram que o argentino e o Vaticano reconhecem à necessidade de Dilma de colar sua imagem à popularidade de Francisco. "O papa quer ter esse papel. Mas ele defende uma ação política com P maiúsculo, e não a política partidária", explicou um auxiliar.

Por Adriano Monteiro

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