É claro que uma única palavra de Lula, sinalizando sua candidatura para o ano que vem, seria o "tiro de misericórdia" na popularidade (reeleição) de Dilma", tal razão pela qual o co-fundador do Partido dos Trabalhadores, nega entrar na disputa contra Marina, Neves, e Campos, os três mais cotados no páreo pela presidência em 2014.
Mas a pergunta é: Diante da atual conjuntura em que a popularidade de Dilma se encontra, o PT correrá o risco de entregar o poder de bandeja para os seus oponentes?
Por Adriano Monteiro







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