Diante da proposta do executivo de implantar em Agrestina o Fundo de Previdência Própria (FPP), na reunião ordinária da Câmara de Vereadores de Agrestina que aconteceu no dia 13 de maio, foi posto em votação o requerimento de autoria da oposição que solicitava um relatório elaborado pelo corpo técnico do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco - TCE, sobre a situação dos Fundos de Previdência Própria dos 143 municípios pernambucanos que aderiram ao regime, onde apenas 3% são superavitários, ou seja: apenas 4 deles mantêm a estabilidade previdenciária de seus servidores.
O relatório que alertaria os servidores efetivos sobre o risco em que o regime traz para seu futuro financeiro, tendo em vista o exemplo dos 97% dos municípios que estão praticamente falidos previdencialmente falando, foi rejeitado por 5 votos a 4. O documento aprofundaria o estudo dos servidores que estão em xeque diante da situação de implantar o FPP.
Dentre as alegações durante os debates com o líder da oposição Ivan Bulhões, os edis da bancada governista em não aprovar o requerimento, está o não valor do TCE diante do legislativo, inclusive enfatizado nesta última reunião (20), onde o vereador Adilson Tavares (Gordo de Zelito) disse: "O Tribunal não vale nada aqui, o que vale é a gente".
Ouçam o áudio da declaração do vereador:
Segue a baixo o requerimento rejeitado pelos vereadores da situação:
Ouçam o áudio da declaração do vereador:
Segue a baixo o requerimento rejeitado pelos vereadores da situação:
Por Adriano Monteiro







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